 |
|
|
|
 |
|
 |
|
| Clique
nas imagens para ampliá-las. |
 |
Uma
mistura de índios, negros, chineses e europeus
que habitavam ou passaram por uma parte do litoral
brasileiro.
Esta é a origem do povo caiçara.
Um povo que divide com o turismo a subsistência
na pesca e agricultura.
Na década de 50 a Praia do Sono, como Trindade,
sofreu na pele a covardia da especulação
imobiliária.
Desta vez, um homem chamado Gibrail, que comprou uma
fazenda e incorporou as terras do Sono onde já
moravam os caiçaras e tentou expulsá-los.
|
|
| |
Muitos
resistiram e hoje moram na Praia do Sono 46 famílias.
A briga ainda continua na justiça.
A única maneira de se chegar é por uma trilha
que começa em Laranjeiras até a Praia do Sono
que dura 1h30. Ou pegar um barco em Trindade.
Hoje a Praia do Sono conta com monitores ambientais formados
e capacitados para proporcionar aos ecoturistas dias inesquecíveis
de caminhadas e contato com a natureza.
Acredita-se que o nome Sono venha das montanhas que cercam
a praia, fazendo o Sol nascer mais tarde e se pôr
mais cedo. |
| |
Ainda não há luz elétrica no Sono.
Por isso, quando há sobra de peixe, muitos fazem
o peixe seco.
Os peixes são limpos e pendurados em varais, por
aproximadamente 3 dias.
Seco não precisa ser colocado na geladeira.
Outra delícia da cozinha caiçara é
o café de cana, feito coando o pó do café
com o suco da cana-de-açúcar.
Ainda pode ser encontrado em muitas casas, cozinha com chão
de terra e fogão à lenha, galinheiro, uma
peça de madeira para moer cana, uma casa de farinha
com pilão, tacho para cozinhar e peças de
madeira para moer a mandioca.
Algumas casas, como a do Seu Pituca, têm as paredes
pintadas com barro branco, que os antigos dizem encontrar
em lugares muito distantes na mata. |
|
|
| |
Também preservam alguns costumes como o mutirão
para construir casas e puxada coletiva de canoa, que ainda
tem sua produção artezanal. São feitas
a mão, escavadas diretamente na madeira, geralmente
cedro, timbuíba, guarapuruvu, ingá.
Outro produto artezanal encontrado na região é
o tipiti.
Um tipo de cesto usado para espremer a mandioca ralada durante
o processo de fabricação da farinha.
Este cesto é feito de varas de taquaruçu,
um tipo de bambu, trançados.
A pesca do cerco ainda é bastante comum no Sono.
Toneladas de peixe são capturados por pescadores
artesanais.
|
| |
|
|
Existem muitas outras histórias e curiosidades conhecidas
pela maioria dos moradores.
Conversar com os moradores mais antigos do Sono pode levar
à descoberta de histórias interessantes.
Como Chegar
Saída de barco de Trindade
Guia
Ney
Telefone
(24) 9822-5360
|
|